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Debates juntam Jornalismo B, Natália Viana, Carlos Latuff e Marcelo Branco

3 abr

Nas últimas duas noites tive a oportunidade de participar de dois painéis extremamente interessantes, e não poderia deixar passar aqui algum comentário sobre essa experiência e a importância desses encontros para o debate sobre a democratização da mídia e, em especial, para o Jornalismo B.

A convite do Centro Acadêmico Arlindo Pasqualini, o Centro de Estudantes de Comunicação da PUCRS, estive na segunda-feira em uma mesa sobre mídia alternativa ao lado de Natália Viana (Wikileaks e Agência Pública) e do chargista Carlos Latuff. Natália falou sobre a situação do Wikileaks, que vive um bloqueio econômico por parte das duas grandes empresas de cartão de crédito – Visa e Mastercard –, que impedem que as contribuições populares sigam sustentando o projeto, mas mesmo assim continua em atividade. Há também o bloqueio midiático, com o “esquecimento” do Wikileaks pela grande mídia internacional, que posicionou-se, enfim, ao lado dos desmascarados por Julian Assange. Este, por sinal, cumpre prisão domiciliar. É um preso político, apesar da acusação de estupro usada como subterfúgio para atacar o criador do projeto que denunciou as sujeiras da política internacional.

Latuff, por sua vez, falou de sua experiência de luta com o povo palestino, o uso de suas charges na Primavera Árabe e as práticas cotidianas da mídia dominante brasileira, citando os casos de Boris Casoy e os garis e do Pinheirinho. As histórias que Latuff contou de sua presença no Pinheirinho, pouco antes da invasão da polícia de Naji Nahas e Geraldo Alckmin, mostraram justamente o que a velha mídia nunca mostrou sobre o assunto: pessoas, lares, sentimentos.

Já na terça-feira, a mesa na Faculdade de Comunicação da UFRGS, organizada pelo DCE, foi composta, além de mim e do Latuff, pelo Marcelo Branco, especialista e ativista da internet e condutor da campanha de web de Dilma Rousseff (PT) em 2010. Marcelo deu uma grande aula sobre a situação da internet no mundo e sobre o que está em disputa (democracia e interesses das grandes corporações de internet x interesses das grandes corporações do Copyright e das telefônicas, basicamente).

Já Latuff fez uma fala mais comedida do que a da noite anterior, mas explicou como a internet facilita seu trabalho de ativista e a propagação de seus desenhos, partindo do exemplo de sua atuação em defesa da luta zapatista para chegar à facilidade em transmitir e difundir conteúdo nos dias atuais.

Entendo que minhas falas foram complementares, na segunda e na terça-feira. No primeiro dia falei de forma mais aprofundada sobre a conjuntura da mídia no Brasil, com o domínio absoluto de grupos de comunicação comprometidos apenas com os interesses de seus anunciantes – basicamente empreiteiras e fabricantes de automóveis – mas também com a existência de uma mídia independente fundamentalmente comprometida com as lutas populares e o interesse público.

Já na terça-feira contextualizei os avanços dos governos progressistas latino-americanos em direção à democratização da comunicação e ao fortalecimento dos espaços populares de mídia, para chegar novamente ao contexto de estagnação do Estado brasileiro nessa área.

O mais importante de tudo isso, mais importante do que os projetos levados a cabo por cada um dos quatro, é o estímulo em que esse tipo de atividade pode resultar para os estudantes de comunicação. Esse tipo de debate, que une as pontas soltas da comunicação brasileira, pouco acontece nas universidades, e é imprescindível para que os estudantes não saiam da academia com uma visão rasa ou distorcida da realidade social e midiática que os cerca.

O bloqueio midiático à realidade e à informação também se reflete nas faculdades de comunicação, cada vez mais preparadas para despreparar intelectualmente seus pupilos, formando pouco mais do que apertadores de botão conformados ou desentendidos em relação ao modelo de comunicação que irão alimentar. Não há mídia sem lado. Não há vida sem lado. Não existe imparcialidade. Latuff foi preciso: “antes de dormir, olhe no espelho e se pergunte: ‘por que quero fazer comunicação? A quem quero servir’”?

*Fotos: CAAP e DCE.

*No primeiro debate fizemos uma cobertura via Twitter, com Bruna Andrade acompanhando pelo perfil do Jornalismo B.

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Projeto Jornalismo B Impresso 2012 – resultado final

2 abr

União de blogs aumenta exposição da luta pela democratização da mídia

31 mar

Este sábado é o último dia para contribuir com a campanha que busca financiar o Jornalismo B Impresso em 2012. A campanha vem sendo importante como busca por esse passo adiante na luta pela mídia independente, mas também vem sendo de grande relevância em si mesma. Essa luta, fundamental no caminho da democratização da comunicação – entendido por nós também como um caminho para o aprofundamento da democracia na sociedade de modo geral – tem ganhado exposição ainda mais forte na blogosfera desde meados de janeiro, quando iniciamos a campanha.

Desde lá, diversos blogs, sites e outros espaços de mídia colaboraram para a divulgação do Projeto Jornalismo B Impresso 2012, talvez sem perceber que, nessa divulgação, levavam “de brinde” a inseparável celebração da mídia independente como um projeto real de disputa hegemônica e de luta por uma nova sociedade.

Abaixo, relacionamos alguns dos espaços que divulgaram o nosso projeto, marcando posição firme em defesa dessas pautas.

Lembramos que a campanha segue até as 23h59min59s de sábado.

Diário Gauche – http://diariogauche.blogspot.com.br/2012/01/vamos-apoiar-o-jornalismo-b.html

Diário Liberdade  -http://www.diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=24625:jornalismo-b-apoie-o-jornalismo-independente&catid=56:comunicacom&Itemid=74

Blog do Tsavkko – http://www.tsavkko.com.br/2012/02/apoie-o-jornalismo-independente.html

Cão Uivador – http://caouivador.wordpress.com/2012/01/19/apoie-o-jornalismo-b-impresso/

Pimenta com Limão – http://pimentacomlimao.wordpress.com/2012/03/23/contribua-para-a-manutencao-do-jornalismo-b-impresso/

Sul 21 – http://sul21.com.br/jornal/2012/02/um-novo-projeto-para-fortalecer-a-midia-independente/

Sindicato dos Jornalistas – http://www.jornalistas-rs.org.br/?pagina=noticia-ler&id=880

Jornal Já – http://www.jornalja.com.br/

RS Urgente – http://rsurgente.opsblog.org/2012/01/17/jornalismo-b-lanca-projeto-para-financiar-jornal-em-2012/

Revista O Viés – http://www.revistaovies.com/

Blog do Daniel Dantas – http://blogdodanieldantas.blogspot.com.br/2012/02/projeto-jornalismo-b-no-catarse.html

Portal Comunique-se – http://portal.comunique-se.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=68083:redator-chefe-da-revista-trip-apoia-projeto-de-jornalismo-independente&catid=28:carreira&Itemid=20

Coletivo Catarse – http://coletivocatarse.blogspot.com.br/2012/03/jornalismo-b-pela-democratizacao-da.html

Blog da Letras ­- http://www.letrasecia.com.br/blog/blog/2012/02/16/o-jornalismo-em-campanha/

Blog Limpinho e Cheiroso – http://limpinhocheiroso.blogspot.com.br/2012/03/jornalismo-b-ganha-forca-na.html

Correio Progressista – http://www.correioprogressista.com.br/cache/99453

Contexto Livre – http://contextolivre.blogspot.com.br/2012/03/jornalismo-b-ganha-forca-na-blogosfera.html

Blog Sandro Ivo – http://blogsandroivo.blogspot.com.br/2012/03/apoio-ao-projeto-do-jornalismo-b.html

Mínima.fm – http://minima.fm/

*O JORNALISMO B PRECISA DA TUA AJUDA PARA CONTINUAR LUTANDO POR UMA COMUNICAÇÃO DEMOCRÁTICA. PARA SABER COMO AJUDAR A FORTALECER A MÍDIA INDEPENDENTE, CLIQUE AQUI.

Jornal JÁ adere à campanha pelo fortalecimento da mídia independente

29 mar

Durante essa última semana de campanha para financiar o Jornalismo B Impresso em 2012, tivemos mais uma demonstração de união entre veículos da mídia independente. O Jornal JÁ Bom Fim, talvez o mais importante jornal de bairro que Porto Alegre já teve, publicou um texto chamando seus leitores a contribuírem com o Jornalismo B. O JÁ, processado pela família do ex governador Germano Rigotto, já foi objeto de post aqui no Jornalismo B, quando vivia um momento crítico justamente em decorrência desse processo. Em uma das primeiras edições do Jornalismo B Impresso neste ano, publicaremos também uma grande entrevista com o editor do jornal, Elmar Bones. É uma parceria que vai tomando forma, e uma luta que, de formas diferentes, busca o fortalecimento da mídia independente como forma de aprofundar a democracia, a começar pela democracia midiática.

Também tivemos nesta semana a divulgação do projeto no site do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul. Além disso, desde o início da campanha temos recebido o apoio de muitos blogs, que serão devidamente nomeados ao fim da campanha, no sábado 31.

Temos, portanto, mais dois dias para alcançarmos o valor suficiente para que o Jornalismo B Impresso dê continuidade a uma luta que já tem quase dois anos no jornal, mais de quatro anos no blog, e que é uma luta de décadas levada a cabo por milhares de jornalistas e cidadãos que entendem a realização de uma mídia verdadeiramente livre, independente e democrática como um preceito básico para a melhoria da totalidade da sociedade.

*O JORNALISMO B PRECISA DA TUA AJUDA PARA CONTINUAR LUTANDO POR UMA COMUNICAÇÃO DEMOCRÁTICA. PARA SABER COMO AJUDAR A FORTALECER A MÍDIA INDEPENDENTE, CLIQUE AQUI.

União de diferentes na luta pela mídia independente

27 mar

Faltando poucos dias para o final da campanha que busca arrecadar fundos para a continuidade do Jornalismo B em 2012, é importante lembrar quem cedeu seu rosto, sua voz e suas palavras para a divulgação dessa causa. O blogueiro Lino Bocchini, do blog Falha de S. Paulo, exemplo visível e destacado dos ataques da velha mídia contra a mídia independente, foi uma dessas pessoas. Além dele, a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL-Porto Alegre), a deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) e o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), gravaram depoimentos convidando seus pares e todos os demais interessados no fortalecimento da mídia independente a apoiarem esse projeto.

A diversidade destes depoimentos vem refletindo também na diversidade dos apoiadores. Durante o transcurso desse projeto, mais de 100 pessoas já tiraram algum dinheiro do bolso para contribuir com o Jornalismo B Impresso, demonstrando confiança no nosso trabalho e vontade de lutar por uma mídia diferente, democrática, plural e popular.

Estamos na reta final da campanha, e contamos com a ajuda de todos os amigos do Jornalismo B e da mídia independente. Por mais difícil que seja – e talvez também por essa dificuldade – temos certeza de que é uma luta que vale a pena.

Lino Bocchini – blog Falha de S. Paulo

Fernanda Melchionna  - vereadora PSOL / Porto Alegre

Manuela D’Ávila – deputada federal PCdoB / RS

Paulo Pimenta – deputado federal PT / RS

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Pela expansão da luta em defesa da mídia independente

26 mar

O blog Jornalismo B nasceu em outubro de 2007. Desde lá, com posts diários, busca desconstruir o discurso anti-democrático da mídia dominante, com análises e pautado na defesa intransigente da democratização da comunicação. Em maio de 2010 nasceu o Jornalismo B Impresso, como uma extensão desse projeto, reconstruindo o discurso a partir de uma visão plural, popular e democrática.

Mas, se a democratização da mídia é uma necessidade para democratizar a sociedade, por outro lado ainda é muito difícil encontrar formas de financiar a mídia independente. As formas encontradas para manter o jornal na rua, com 500 exemplares quinzenais de distribuição gratuita, estimulando a leitura e o pensamento crítico, são as mais diversas, e a cada etapa se renovam, buscando a cada ano o financiamento do momento seguinte, sendo a cada etapa um novo projeto.

Desde o fim de janeiro o Jornalismo B Impresso está em campanha para garantir a circulação do jornal em 2012. As contribuições devem ser feitas no seguinte endereço, necessariamente até o dia 31 de janeiro: http://catarse.me/pt/projects/501-jornalismo-b-impresso-2012.

O Jornalismo B sempre foi e continua sendo um projeto coletivo. São muitas as pessoas que participam enviando textos para o blog e/ou para o jornal, divulgando os posts, colaborando com a diagramação, ou ao menos dando dicas aqui e ali. No caso do novo projeto, o trabalho coletivo é mais uma vez colocado em patamar elevadíssimo.

O projeto precisa de um grande esforço coletivo para que dê resultado positivo. Um esforço financeiro, contribuindo com a ideia, e um esforço de divulgação. Essa batalha vai até 31 de março, quando precisaremos ter alcançado R$ 13.500 em contribuições. Esse será o impulso fundamental para que o Jornalismo B Impresso continue circulando gratuitamente em 2012. Todas as pessoas que apoiarem financeiramente o projeto serão recompensadas de acordo com o que está previsto no site, incluindo assinaturas do jornal e espaço para divulgação de seus projetos.

Além da impressão dos jornais, a ideia do financiamento é possibilitar o pagamento ao diagramador, que até hoje apoia gratuitamente com seu trabalho, e a contratação de um estagiário que faça a ponte entre o Jornalismo B (por extensão, a mídia alternativa) e os movimentos sociais, em um diálogo fundamental para fortalecer ambos os lados e construir uma sociedade mais democrática.

Uma semana de luta pela mídia independente

24 mar

A campanha pelo financiamento do Jornalismo B Impresso, que começou em janeiro, está chegando ao fim. São os últimos dias para quem quiser tomar partido da mídia independente como uma forma de afirmação de luta pelo aprofundamento da democracia.

Até o dia 31 de janeiro esperamos o apoio de todos os amigos do Jornalismo B.

Para contribuir, basta acessar http://catarse.me/pt/projects/501-jornalismo-b-impresso-2012.

A luta pela mídia independente é a luta de todos que buscam o aprofundamento da democracia, e este é um momento fundamental. O Jornalismo B precisa do apoio e da confiança dos que já acompanham nosso trabalho nesses mais de quatro anos de existência, e também dos que recém estão conhecendo essa luta. Apenas o trabalho coletivo pode manter viva a mídia independente, e é na consciência que cada um aqui deve ter sobre a importância dessa batalha que confiamos para alcançar os valores que precisamos para que o Jornalismo B Impresso continue circulando em 2012.

A hora de demonstrar apoio é agora, o momento de escolher um lado é inadiável. Em frente!

Contribua agora mesmo no http://catarse.me/pt/projects/501-jornalismo-b-impresso-2012. Não deixe para depois.

Contamos com vocês.

Encontros fortalecem mídia independente

12 mar

Nesta segunda-feira estivemos em dois espaços jornalísticos divulgando o Projeto Jornalismo B Impresso 2012, que busca recursos para o financiamento do jornal em 2012. Precisamos alcançar R$ 13.500 até o dia 31 de março, dos quais já chegamos a R$ 3500. Ou seja, restam poucos dias e ainda faltam R$ 10 mil para que o jornal seja socialmente financiado, como se pretende de um jornal independente.

Na tarde de hoje estive na rádio Mínima, em uma conversa de uma hora com Marcelo Noah, no programa Elefante. A Mínima nasceu em setembro de 2011, é uma rádio online e pode ser acessada no www.minima.fm. Em seguida, a conversa foi com Elmar Bones, editor do Jornal JÁ, uma das mais tradicionais publicações independentes do Rio Grande do Sul, e com Francisco Ribeiro, repórter do mesmo jornal.

Na Mínima, vi uma rádio começando, com uma proposta diferente do convencional, cheia de gás. No JÁ, vi a experiência se reinventando na luta incessante pela mídia alternativa, pelo fim do monopólio da palavra no Rio Grande do Sul pelo Grupo RBS. Nos dois espaços, nas duas experiências, um grande estímulo para a luta do Jornalismo B.

É na pluralidade de visões e de experiências e é na caminhada conjunta nos caminhos que unem todo o espectro da mídia independente, que a comunicação alternativa brasileira poderá sair fortalecida. Quem vê esgotada nos blogs essa luta, segue por um caminho sem perspectiva de vitória. A luta está em todos os lados, em todas as mídias, e está, fundamentalmente, no jornalismo colaborativo e desacomodado, inconformado. Ilhados em nossos espaços, pouco conseguimos ser. É na interação continua e na alimentação recíproca que podemos nos fortalecer.

O Jornalismo B precisa do apoio de todos os que estão nessa luta. A hora é agora. Omitir-se é estar ao lado dos monopólios, ao lado de uma mídia comprometida apenas com seus interesses financeiros e com os interesses políticos de seus aliados e patrocinadores. Contribuir com o Projeto Jornalismo B Impresso 2012 é estar ao lado de uma mídia horizontal, popular e democrática.

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VÍDEO – A luta pela mídia independente

10 mar

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Opressor ou oprimido? De que lado você samba?

9 mar

Dentro do amplo espaço de comunicação que temos no Brasil, pode-se dividir a mídia em dois grandes grupos: a mídia hegemônica, dos grandes conglomerados de comunicação, elitista, sem qualquer comprometimento que não seus interesses econômicos e os interesses políticos de seus aliados/patrocinadores; e a mídia independente, comprometida com as lutas populares e com o aprofundamento da democracia, a começar pela democracia na própria comunicação. É a mídia do oprimido em contraposição à mídia do opressor.

O Jornalismo B vive um momento no qual tende a ficar claro de que lado estão realmente as pessoas que acompanham o nosso trabalho, em específico, e, de modo geral, todos os agentes político-sociais, que atuam nos mais diversos espaços. Isso porque estamos em campanha para financiar o Jornalismo B Impresso em 2012, e se omitir, nesse caso, é necessariamente defender o opressor, a mídia dominante, ao passo que contribuir com essa luta é mostrar-se ao lado da mídia independente – e, por extensão, tomar partido do oprimido – e da luta pela democratização da comunicação.

As contribuições podem ser a partir de R$ 10, ou seja, não é muito difícil participar dessa campanha. Esse valor faz pouca diferença no orçamento da maioria de nossos leitores, mas, somando-se as forças, pode fazer grande diferença na continuidade de um jornal independente que circula há um ano e meio de forma gratuita, levando às ruas informação crítica e de qualidade.

É hora de marcar posição. Precisamos do apoio de todos os leitores do Jornalismo B, os que nos acompanham aqui no blog, no Twitter, no Facebook e no próprio Jornalismo B Impresso. Se cada um fizer sua parte, venceremos essa importante batalha em defesa da mídia independente. Faltam poucos dias, a hora de participar é essa, sem adiamentos. Quem já divulgou, contribua. Quem já contribuiu, divulgue. Juntos podemos alcançar o que quisermos.

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