O Jornalismo B Impresso chega, nesta edição, ao seu segundo aniversário. São 37 edições em dois anos de vida, e dezenas de assinantes espalhados por todas as partes do Brasil. Vamos crescendo, fortalecendo o jornal que fortalece o blog que fortalece o jornal. E, desse circuito virtuoso, a mídia independente também sai mais forte.
Temos consciência de que continua existindo o abismo que existia há dois anos entre o modelo de comunicação que temos no Brasil e o modelo que precisamos para caminhar em direção ao aprofundamento da democracia. Mas a mídia independente tem podido avançar. Os blogs, especialmente, e as plataformas de redes sociais, como o Facebook e o Twiter, ganham cada vez mais importância enquanto espaços de informação, debate e militância política – inclusive pela democratização da mídia.
O avanço desses espaços deve, porém, ser entendido sempre como um meio, não como o fim. O fim, que só pode ser alcançado se avançarmos muito mais na luta pela democracia comunicacional, é uma sociedade igualitária e horizontal em todos os seus aspectos. O crescimento da mídia independente, para efetivar-se enquanto caminho a este fim, precisa ser acompanhado da batalha pela horizontalização de toda a comunicação do país, com a conquista, pelas forças populares, de todo o espectro da mídia nacional, incluindo as concessões de TV e rádio.
O Jornalismo B se mantém vivo, cresce, e o oxigênio que mantém essa vida é feito da mesma matéria prima do alimento que garante o crescimento: a convicção na luta como única forma de construir uma sociedade com valores humanistas, igualitários e justos, uma sociedade na qual o povo esteja no lugar que lhe é devido. É com essa convicção que seguiremos caminhando. Quem entender essa necessidade, poste-se ao nosso lado. E lute.
O texto acima é o editorial da 37ª edição do Jornalismo B Impresso. A edição será distribuída em Porto Alegre na próxima semana, e o jornal pode ser assinado em qualquer lugar do Brasil. Os locais de distribuição continuam os mesmos, e estão sendo divulgados pelo Twitter do Jornalismo B.
Nessa edição, temos textos sobre as estatizações dos recursos naturais na América Latina, a ocupação Eliana Silva, em Belo Horizonte, a punição dos assassinos de Eldorado dos Carajás, e, claro, as relações entre a revista Veja e o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
É importante que todos os amigos do Jornalismo B se mobilizem para assinar e divulgar as assinaturas do Impresso. A assinatura pode ser feita em qualquer lugar do Brasil.
São três as possibilidades de assinatura: 6 edições – R$ 40; 12 edições – R$ 60; 20 edições – R$ 100. As edições são quinzenais. Para assinar, basta entrar em contato pelo email bjornalismob@gmail.com.
Assine o Jornalismo B Impresso e contribua para o crescimento e fortalecimento da imprensa independente.

















