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Corredor de uma das duas unidades em funcionamento hoje dentro do IPF

O simples desejo de ir embora - descaso com pacientes do único manicômio judiciário do Rio Grande do Sul atrasa o processo de ressocialização de apenados

Louise Gigante “Coloquei fogo num cara porque ele estuprou uma criança.” Pedro*, 56 anos, conta, com o chimarrão na mão e a voz firme, o que o levou para dentro do Instituto Psiquiátrico Forense Dr. Maurício Cardoso (IPF) há 14 anos após oito dentro do Presídio Central. “Eu não aceitei o que ...

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